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Jornal Literário

Uma publicação da Liber Quest

Edição nº 04Perfil de autora: Gabriela Garcia Ceronnovembro de 2026

A escritora por trás das histórias

Gabriela Garcia Ceron: inclusão, diversidade e literatura

Da Psicologia à poesia e aos livros infantis, a autora fala sobre os afetos e as diferenças que atravessam sua escrita.

Gabriela Garcia Ceron - fotografia enviada pela autora
Gabriela Garcia Ceron · Foto: acervo da autora
Entrevista

Uma conversa com Gabriela Garcia Ceron

A autora fala sobre sua trajetória, suas referências e o encontro com a poesia e a literatura infantil.

Pergunta 01

Como você se apresenta como escritor(a)?

Sou escritora com formação acadêmica. Tenho graduação em Psicologia, diversas pós-graduações (lato sensu) e mestrado em Psicologia e Saúde. Defino minha escrita como humanista e existencialista. Gosto de escrever artigos e livros científicos, poemas, livros infantis, contos e crônicas.

Pergunta 02

Como a literatura e a escrita começaram a fazer parte da sua vida?

Comecei a escrever ao elaborar minha monografia de graduação. Mais tarde, ao estabelecer um laço afetivo com meu colega de mestrado, Nathan, hoje meu irmão do coração, iniciei minha trajetória na poesia. Já na literatura infantil, tudo começou quando recebi o pedido de uma criança para escrever um livro para crianças.

Pergunta 03

O que costuma inspirar suas histórias?

Inspiro-me em autores da literatura brasileira, como Mário Quintana, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Cecília Meireles, Vinicius de Moraes e Augusto dos Anjos. Também encontro inspiração em músicos como Cazuza — especialmente na canção Codinome Beija-Flor —, Rita Lee e Raul Seixas. Além disso, admiro psicanalistas como Sigmund Freud, Donald Woods Winnicott, Melanie Klein e Jacques Lacan. Entre minhas leituras favoritas estão As Crônicas de Nárnia e O Perigo de Estar Lúcida.

Pergunta 04

Quais temas, emoções ou mensagens aparecem com mais frequência em suas obras?

Os temas que mais aparecem em minha escrita são inclusão, psicologia, psicanálise e diversidade. Gostaria que meus leitores refletissem sobre a vida, desenvolvessem relações mais saudáveis e encontrassem caminhos para viver de forma mais satisfatória.

Pergunta 05

Qual das suas obras você deseja destacar nesta edição do jornal?

Diferenças que não fazem diferenças. Trata-se de uma autobiografia infantil que nasceu de uma conversa com alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental sobre o tema das diferenças que não fazem diferença.

Pergunta 06

Existe alguma curiosidade sobre sua escrita ou seu processo criativo que os leitores ainda não conhecem?

Tenho sequelas de paralisia cerebral decorrentes de uma anóxia cerebral (falta de oxigênio) durante o parto. Por isso, digito principalmente com os polegares.

Pergunta 07

Quais são seus próximos passos na literatura?

Já tenho cinco livros prontos para edição: quatro infantis — Manuela no País da Sapiência, Girassol, Arco-Íris e Infinito – A Mensagem da Neve que Encantava, A Menina que Voava; e um livro de poemas, Lampejos de Loucura.

“Leiam, amem, odeiem, mas tenham opinião própria.”— Gabriela Garcia Ceron

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Caderno de livros

Uma história de vida para pequenos leitores

Outra obra da autora

Conheça também o título também apresentado por Gabriela Garcia Ceron.

Capa original de Os alunos com falhas na subjetivação no ensino regular: um olhar psicanalítico

Com José Nathan Fernandes Rocha

Os alunos com falhas na subjetivação no ensino regular: um olhar psicanalítico

Obra acadêmica apresentada pela autora, em coautoria com José Nathan Fernandes Rocha.

Mensagem aos leitores

“Leiam, amem, odeiem, mas tenham opinião própria.”

— Gabriela Garcia Ceron

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Entrevista organizada a partir das respostas enviadas pela autora. Fotografias, capas, informações e trecho da obra utilizados com sua autorização.

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